Edição 543 na integra:
SUPERNOVAS - BOLETIM BRASILEIRO DE ASTRONOMIA -
http://www.boletimsupernovas.com.br/
Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009 - Edicao No. 543
Indice:
_ WORKSHOP DISCUTIRA' PROPULSAO DE FOGUETES
_ TREINAMENTO PARA PROFISSIONAIS DE SAUDE NO CENTRO DE LANCAMENTO DE
ALCANTARA
_ AS GEMEAS VOYAGER, NA FRONTEIRA EXTERNA DO SISTEMA SOLAR
_ DE OLHO EM TODO O CEU
_ FLAGRADA ESTRELA DE 200 MIL GRAUS CELSIUS
_ A TEORIA DA VIDA EM MARTE IMPULSIONADA POR UM NOVO ESTUDO DO METANO
_ VARIACOES DE BRILHO EM ESTRELAS DO TIPO SOLAR: O MISTERIO
APROFUNDA-SE
_ VISTA: NOVO TELESCOPIO PIONEIRO DE RASTREIO COMECA OPERACOES
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ASTRONOMIA NO BRASIL
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WORKSHOP DISCUTIRA' PROPULSAO DE FOGUETES
10/12/2009. O I Workshop Brasileiro-Ucraniano sobre Ciencia
Aeroespacial e Tecnologia, que ocorrera' na Universidade de Brasilia
(UnB), de 14 a 17 de dezembro, apresentara' os resultados sobre
propulsao eletrica, liquida, solida e hibrida em foguetes, controle e
automacao, entre outros assuntos. O evento, que tera' inicio 'as 9h,
sera' no auditorio da Faculdade de Tecnologia. A Agencia Espacial
Brasileira (AEB) participara' das atividades na segunda-feira (14), por
meio de um representante da Diretoria de Politica Espacial e
Investimentos Estrategicos, que abordara' o Programa Espacial
Brasileiro. Estarao em debate temas como a construcao de veiculos
espaciais e foguetes, microsatelites e sistemas de propulsao eletrica
para veiculos espaciais. O workshop, que contara' com a participacao de
cientistas do programa espacial ucraniano e da UnB , e' uma promocao do
Ministerio de Ciencia e Tecnologia, Secretaria de Estado de Ciencia e
Tecnologia do Distrito Federal (SECT/DF) e Fundacao de Apoio 'a Pesquisa
do Distrito Federal (FAP/DF) e Alcantara Cyclone Space (ACS).
Informacoes: www.lara.unb.br/buw2009 ( Fonte: AEB )
Ed: CE
TREINAMENTO PARA PROFISSIONAIS DE SAUDE NO CENTRO DE LANCAMENTO DE
ALCANTARA
07/12/2009. Militares do quadro de Saude da Aeronautica – medicos,
enfermeiros, dentistas e tecnicos em enfermagem – passaram por
treinamento em atendimento de emergencias fora do ambiente hospitalar,
entre os dias 23 de novembro e 02 de dezembro, no Centro de Lancamento
de Alcantara (CLA), no Maranhao. Os tres cursos de formacao, ministrados
pelo Instituto de Medicina Aeroespacial (Imae) - organizacao militar da
Aeronautica, por meio da Subdivisao de Medicina Operacional-, tiveram
como objetivo nivelar conhecimentos em atendimento de emergencias fora
do ambiente hospitalar, incluindo em campo – como a base de lancamento
-, em consultorios odontologicos, padronizando, com isso, os
procedimentos medicos na sala de emergencia. A Diretoria de Saude da
Aeronautica tem um programa de saude operacional que visa manter todas
as organizacoes da Aeronautica prontas para o enfrentamento de
emergencias decorrentes de suas atividades. "O CLA faz parte desse
programa e, dentro de uma cadeia de prioridades, chegou a sua vez",
conta o tenente-coronel medico da Aeronautica, Eduardo Serra Negra
Camerini. Os cursos e treinamentos sao planejados e executados
adequando-se 'as peculiaridades operacionais de cada instituicao. "A
operacao realizada no CLA foi bem especifica, imaginando-se tanto
emergencias num lancamento de foguetes, quanto acidentes nas vias de
transito local", completa Camerini. Treinamentos de reciclagem estao
previstos, em uma proxima etapa. O Instituto de Medicina Aeroespacial
tem como missao o estudo e a pesquisa no campo da Medicina Aeroespacial.
Ha' duas subdivisoes no Imae - Medicina de Aviacao e Medicina
Operacional. O instituto recebeu este nome em 15 de outubro deste ano.
"Embora recente, o Imae carrega 58 anos de experiencia nessa area,
herdados de outras organizacoes da Aeronautica, como o Nucleo do
Instituto de Fisiologia Aeroespacial (NuIfisal) e o Instituto de
Fisiologia da Aeronautica (Ifisal), sempre trabalhando no
desenvolvimento da Medicina Aeroespacial", conta Camerini. ( Fonte: AEB
)
Ed: CE
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ASTRONOMIA NO MUNDO
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AS GEMEAS VOYAGER, NA FRONTEIRA EXTERNA DO SISTEMA SOLAR
30/11/2009. Em 5 de marco de 1979, a Voyager 1 chegou a Jupiter,
seguida pela Voyager 2 em 9 de julho. De repente, o Laboratorio de
Propulsao a Jato (JPL, na sigla em ingles) da Nasa em Pasadena,
California, foi inundado por fotos, claras como cristal, da atmosfera
turbulenta de Jupiter e das erupcoes vulcanicas nunca antes vistas de
sua lua, Io. Quando sua gemea chegou a Saturno, elas repetiram seu
desempenho de Jupiter com imagens do magnificamente intricado sistema do
mundo anelado e de suas luas, fornecendo ao cientista do Projeto
Voyager, Ed Stone, tudo o que ele e seus colegas desejavam em uma
torrente de descobertas. A Voyager 2 seguiria adiante para explorar
Urano, Netuno e suas luas. "O objetivo da ciencia e' descobrir coisas
novas sobre a natureza e, normalmente, se voce' descobrir alguma coisa
uma vez por ano ja' esta' bom", afirma Stone. "Mas nos faziamos
descobertas diarias, vendo coisas que ninguem nunca vira." As Voyagers
foram as naus capitanias da era de ouro da exploracao planetaria nos
anos 1970 e 1980. Para a geracao que atingiu a maioridade depois dos
gloriosos dias da Nasa com a Apollo, e viria a experimentar a dura
realidade da perda da Challenger em 1986, as missoes Voyager
representavam um caminho empolgante para a exploracao, que estava fora
do alcance de missoes tripuladas. Ate' Hollywood se deixou levar pela
empolgacao e fez uma das Voyagers aparecer em um dos filmes de Jornada
nas Estrelas. Alem disso, as Voyagers 1 e 2 ainda estao voando, saindo
do sistema solar a mais de 55000 quilometros por hora. Espera-se que
elas atinjam o espaco interestelar por volta de 2014. Quando lancou as
sondas gemeas, a Nasa estava se aproveitando de um raro alinhamento
entre Jupiter, Saturno, Urano e Netuno que ocorre uma vez a cada 175
anos, para enviar sondas em um "grand tour" do sistema solar. O
alinhamento permitiu 'as sondas aproveitar a gravidade de cada planeta e
saltarem de um a outro usando quantidades relativamente minimas de
combustivel. Essa tecnica foi demonstrada pela Nasa pela primeira vez
com a missao Mariner 10, de Venus e Mercurio, de 1973 a 1975. As
Voyagers foram projetadas como uma missao de quatro anos para Jupiter e
Saturno, construidas para durar no maximo cinco anos. No entanto, se sua
primeira missao fosse um sucesso, a Nasa decidiria seguir, ou nao, para
Urano e Netuno, recorda Stone. A Voyager foi, na verdade, a versao
reduzida de um plano muito maior, proposto pela primeira vez na metade
dos anos 1960, de enviar quatro veiculos espaciais identicos em uma
missao mais longa ainda pelos planetas exteriores, de Jupiter a Plutao.
Dois dos Veiculos Espaciais Termoeletricos dos Planetas Exteriores, ou
TOPS na sigla em ingles, seriam lancados em 1977 e outros dois em 1979.
Apesar de a Nasa ter enviado um pedido de orcamento para essa missao
estendido em setembro de 1971, James Fletcher, entao administrador da
agencia, descobriu em dezembro que o presidente Nixon so' financiaria um
dos projetos: ou o onibus espacial, ou a missao dos TOPS. Antes do final
de 1971, Fletcher concordou em cancelar o TOPS e substitui-lo por um par
mais barato de veiculos espaciais, que iriam apenas para Jupiter e
Saturno. A missao ressuscitou como Mariner-Jupiter-Saturno 1977, ou MJS
'77. Em marco de 1977, alguns meses antes do lancamento de ambas as
sondas, a missao teve seu nome trocado para Voyager. Enquanto isso, a
equipe esperava que a missao fosse estendida para Urano e Netuno, algo
que nao fazia parte do plano original. "Mesmo uma jornada de quatro anos
era considerada muito arriscada, entao em vez de se comprometer com uma
viagem de 12 anos para Netuno, que poderia nao dar certo, a Nasa
prudentemente decidiu: 'Vamos fazer uma jornada de quatro anos para
[Jupiter e] Saturno, e de la' vemos o que fazer'", informa Stone. A
Voyager 1 completou sua primeira missao em novembro de 1980 depois de
sobrevoar Tita', uma das luas de Saturno, e de passar por tras dos aneis
do planeta. A experiencia curvou a trajetoria da sonda na direcao Norte,
para fora do plano ecliptico do sistema solar e na direcao do espaco
interestelar, o que destruiu a possibilidade de seguir para outros
planetas externos. Se a Voyager 1 falhasse em cumprir seus objetivos em
Saturno, a Nasa poderia redirecionar a Voyager 2 para completar a missao
de sua irma' gemea. A Voyager 2 foi lancada duas semanas antes da 1, mas
estava programada para fazer uma trajetoria mais longa que a levaria
alem de Saturno nove meses depois da Voyager 1, e entao ela seguiria
para Urano e Netuno se a Voyager 1 tivesse cumprido seus objetivos. As
Voyagers – desenvolvidas gracas aos sucessos do veiculo Pioneer antes
delas e que prepararam o terreno para Galileu, Cassini e outras sondas
roboticas interplanetarias – tinham um poder computacional desprezivel
para os padroes de hoje. Cada sonda tinha tres computadores com cerca de
8000 palavras de memoria cada, calcula Stone. Isso significa que a
equipe da Voyager frequentemente tinha de fazer o upload de novos
programas, particularmente durante os encontros, quando os cientistas
queriam apontar as cameras para varios locais. "A missao foi projetada
para ser reprogramada", afirma Stone. "O que nao previmos antes do
lancamento, por que faziamos um planeta de cada vez, foi como
reprogramar a sonda depois de Saturno." Em seu ultimo encontro
planetario, com Netuno, em 25 de agosto de 1989, a Voyager 2 chegou a um
ponto no espaco que ficava a 100 quilometros do alvo pretendido – depois
de viajar mais de sete bilhoes de quilometros. A precisao foi o
equivalente a encacapar uma bola de golfe em um buraco a 3630
quilometros de distancia. O tempo de chegada ficou a alguns segundos do
esperado – um ponto fundamental, ja' que a camera e os outros
instrumentos da sonda estavam programados para comecar a funcionar em um
momento especifico, ressalta Stone. Para conseguir imagens dos planetas
mais externos foi necessaria certa sutileza por parte dos programadores.
A luz do Sol era quatro vezes menor em Urano e nove vezes menor em
Netuno do que em Saturno; a Voyager 2 precisava ser reprogramada para
que sua camera conseguisse exposicoes mais longas. Mas isso tambem
significava que a sonda tinha que ser corrigida para girar levemente
enquanto sobrevoasse o que ia fotografar. Os ajustes permitiram 'as
cameras capturar imagens com uma luminosidade menor, e evitaram imagens
borradas durante longas exposicoes. "Nos realmente precisavamos saber
exatamente quando e para onde olhar, porque era nesse instante que a
manobra deveria ser executada", recorda Stone. "Tudo foi calculado muito
precisamente. Tivemos que adotar novas tecnicas para essas exposicoes
conforme avancavamos pelo sistema solar." O Grand Tour da Voyager 2 pelo
sistema solar exterior revelou uma vizinhanca cosmica surpreendente,
onde luas que se pensava estarem mortas e congeladas estavam pipocando
com atividade geologica, escondendo provaveis oceanos subterraneos e
possivelmente abrigando vida. O passeio tambem deixou os cientistas
boquiabertos com a descoberta de um campo magnetico anormal em Urano e,
em sua passagem por Netuno, com observacoes de tempestades gigantes,
como as de Jupiter, naquele que os cientistas pensavam ser um planeta
tranquilo. Alem disso, encontrou geiseres de gas nitrogenio e poeira em
sua lua congelada, Tritao. O acumulo de descobertas inesperadas humilhou
a equipe da Voyager, reconhece Stone. "Tinhamos um ponto de vista muito
'geocentrico' antes da Voyager", nota. "Nossa experiencia com a Terra
havia se tornado nosso padrao e expectativa, e o que a Voyager mostrou
todas as vezes foi que essa visao era muito limitada. Nos realmente nao
entendiamos o sistema, porque pensamos que a Terra fosse algo comum – e
nao e'." Hoje, as Voyagers rumam em direcao ao vacuo. Com suas cameras
desligadas e usando somente os instrumentos essenciais para racionalizar
a energia de suas baterias de plutonio, cada vez mais fracas, elas
atingiram a fronteira externa do sistema solar, uma regiao chamada de
heliosheath, onde o vento solar se choca com o meio interestelar. A
Voyager 1, tendo se curvado para o Norte primeiro, fora do plano
ecliptico, esta' muito mais longe – a quase 16,5 bilhoes de quilometros
da Terra, em 31 de julho. A Voyager 2, que deixou o sistema solar rumo
ao Sul, esta' a mais de 12,8 bilhoes de quilometros de casa. Uma equipe
de 10 engenheiros, tanto em periodo integral quanto em meio-periodo,
mantem contato diario, apesar de a comunicacao 'a velocidade da luz
demorar cerca de 30 horas para a Voyager 1 e 24 horas para a Voyager 2.
Ambas as espaconaves tem suficiente energia eletrica e propelentes de
controle de estabilidade para continuarem operando ate' 2025. Ate' o
encontro da Voyager 2 com Netuno, as missoes custaram US$ 865 milhoes.
Agora a Nasa gasta cerca de US$ 5 milhoes anualmente para manter as duas
sondas, afirma Ed Massey, gerente de projeto da Voyager desde 1998. Os
cientistas estimam que em cerca de 40 mil anos, as duas sondas estarao
nas vizinhancas de outras estrelas e a cerca de dois anos-luz do Sol. No
momento, sua distancia ja' lhes da' uma vantagem unica – a visao que um
passaro teria do sistema solar. E, como ultima conquista otica, a camera
da Voyager 1 conseguiu imagens a 6,5 bilhoes de quilometros de
distancia. O mosaico de 60 fotos, tiradas em 14 de fevereiro de 1990,
captou o Sol e seis planetas. O "Retrato de Familia", como ficou
conhecido, mostrou a Terra como um "palido ponto azul" flutuando nas
ondas de luz solar. O astronomo Carl Sagan, que ficou tentando convencer
a Nasa a tirar a foto durante anos, escreveu um ensaio poetico inspirado
pela imagem: "Olhe de novo para aquele ponto", escreveu Sagan. "La' e'
ca'. E' nosso lar. Somos nos… O unico lar que ja' conhecemos." A bordo
das sondas estao registros dourados, que contem um punhado de
informacoes sobre a vida na Terra, incluindo imagens, capitulos de
enciclopedias sobre anatomia humana e gravacoes de saudacoes em varias
linguas. Defendida por Sagan, a capsula do tempo pode algum dia ser
encontrada por vida alienigena. Massey ri quando se lembra de como
responde 'as pessoas que ficam preocupadas com a ideia das Voyagers
encontrarem ETs. "Algumas delas perguntam se nao estamos dizendo a eles
onde estamos. Perguntam se nao vao usar essas informacoes para nos
atacar", diverte-se ele. "Eu digo que eles ja' sabem onde estamos por
causa das transmissoes de I Love Lucy". ( Fonte: Bruce Lieberman,
Scientific American Brasil )
Ed: CE
DE OLHO EM TODO O CEU
07/12/2009. Com o Wide-field Infrared Survey Explorer (Wise), satelite
com lancamento previsto inicialmente para o dia 9, a Nasa, agencia
espacial norte-americana, ganhara' um reforco para observar o ceu. Todo
ele, para ser mais exato. O objetivo da espaconave, que tera' orbita
polar, e' fazer um mapeamento completo em infravermelho do ceu sobre a
Terra. O objetivo e' realizar uma varredura e meia a cada nove meses,
ajudando a descobrir objetos cosmicos ate' entao escondidos, como
estrelas frias, asteroides escuros e as galaxias mais luminosas, que os
equipamentos atuais nao conseguem distinguir. "Os 'olhos' do Wise
representam uma importante melhoria com relacao aos mapeamentos em
infravemelho anteriores. Descobriremos e catalogaremos milhoes de
objetos", disse Edward Wright, pesquisador principal da missao na
Universidade da California em Los Angeles. A missao mapeara' o ceu por
completo em quatro comprimentos de onda em infravermelho, com
sensibilidade de ate' centenas de milhares de vezes maior do que as
anteriores. Os dados servirao como cartas de navegacao para outras
missoes, apontando alvos de grande interesse. Segundo a Nasa, os
telescopios espaciais Hubble e Spitzer e os ainda a serem lancados Sofia
e James Webb seguirao as descobertas do Wise. "Este e' um momento muito
bom para os telescopios espaciais, que trabalharao em conjunto, cada um
contribuindo com pecas isoladas para criar alguns dos mais instigantes
quebra-cabecas do Universo", disse Jon Morse, diretor da Divisao de
Astrofisica da Nasa. A luz visivel e' apenas um pedaco do arco-iris
eletromagnetico do Universo. A luz infravermelha, que o homem nao
consegue ver, tem maiores comprimentos de onda e e' particularmente
apropriada para observar objetos que sao frios, empoeirados ou estao
muito distantes. Um exemplo de objetos que o Wise sera' capaz de
distinguir sao milhares de asteroides frios, incluindo centenas deles
que passam relativamente proximos da Terra sem serem percebidos. As
medidas que poderao ser obtidas com o satelite tambem fornecerao
melhores estimativas dos tamanhos e composicoes dos asteroides,
informacoes importantes para entender consequencias de possiveis
impactos na superficie terrestre. Mais informacoes: www.nasa.gov/wise (
Fonte: Agencia FAPESP )
Ed: GMM
FLAGRADA ESTRELA DE 200 MIL GRAUS CELSIUS
03/12/2009. Depois de anos brincando de esconde-esconde entre as nuvens
de gas que ela propria lancou, a estrela central da Nebulosa Bug foi
finalmente flagrada. As cameras do telescopio Espacial Hubble
registraram, pela primeira vez, o corpo que deu origem a uma das mais
belas nebulosas da galaxia. Localizada a 3.500 anos-luz, na constelacao
de Escorpiao, a Bug e' objeto de estudo de muitos pesquisadores que, em
vao, vinham tentando localizar sua estrela central. Por estar morrendo,
esse corpo celeste libera seu material ao espaco e forma a nebulosa.
Estudando as imagens do Hubble, os Astronomos da Universidade de
Manchester descobriram que, sem querer, haviam finalmente localizado o
que descobririam ser uma das estrelas mais quentes da galaxia. Sua
temperatura de 200 mil graus Celsius e' 35 vezes mais quente que a do
Sol. Segundo os pesquisadores, durante a morte, as estrelas chegam a
liberar ate' 80% de seu material no espaco – e esse material,
futuramente, servira' de "semente" para a formacao de planetas. ( Fonte:
por Paula Rothman - INFO Online )
Ed: GMM
A TEORIA DA VIDA EM MARTE IMPULSIONADA POR UM NOVO ESTUDO DO METANO
08/12/2009. Cientistas tem descartado a possibilidade que o metano seja
liberado em Marte por meteoritos, levantando frescas esperancas que o
gas pudesse ter-se gerado pela vida nesse planeta, numa pesquisa
publicada em 9 de Dezembro de 2009 em Earth and Planetary Science
Letters. O metano tem tempo de vida curto de apenas umas poucas centenas
de anos sobre Marte devido a que esta' sendo constantemente esgotado por
uma reacao quimica na atmosfera do planeta, causada pela luz solar. Os
cientistas que analisaram os dados das observacoes telescopicas e de
missoes espaciais nao tripuladas descobriram que o metano sobre Marte e'
constantemente esgotado entao por uma forca desconhecida e estao
entusiasmados em descobrirem como se atingem tais niveis de metano. No
entanto, o novo estudo, realizado por pesquisadores do Imperial College
de Londres, mostra que os volumes de metano que poderiam ser emitidos
pelos meteoritos que ingressam na atmosfera de Marte seriam baixos
demais para manter os niveis atuais de metano. Estudos anteriores tambem
tinham descartado a possibilidade que o metano fosse liberado atraves da
atividade vulcanica. ( Fonte: http://tinyurl.com/ye5vxyu )
Ed: JG
VARIACOES DE BRILHO EM ESTRELAS DO TIPO SOLAR: O MISTERIO APROFUNDA-SE
07/12/2009. Um extenso trabalho desenvolvido pelo telescopio VLT da
organizacao Observatorio Europeu Austral (ESO) aprofunda um misterio de
longa data relativo ao estudo de estrelas semelhantes ao Sol. Estranhas
- e inexplicaveis - variacoes de duracao de anos no brilho de quase um
terco de todas as estrelas do tipo solar nas fases finais das suas vidas
permanecem por explicar. Nas ultimas decadas, os astronomos tentaram
formular varias explicacoes possiveis, mas as novas observacoes as
contradizem todas e apenas aprofundam o misterio. A procura de uma
explicacao aceitavel continua. "Os astronomos continuam nas trevas, mas
desta vez, nao gostamos nem um pouco", diz Christine Nicholls do
Observatorio Mount Stromlo, na Australia, autora principal do artigo que
apresenta este trabalho. "Obtivemos a maior coletanea de dados ate' hoje
para esta classe de estrelas do tipo solar, e estes dados mostram
claramente que todas as explicacoes possiveis para o seu estranho
comportamento falham". O misterio pesquisado pela equipe data dos anos
30 do seculo passado e afeta um terco das estrelas do tipo solar na
nossa Via Lactea e em outras galaxias. Todas as estrelas com massas
similares 'a do Sol tornam-se, no final das suas vidas, vermelhas, frias
e extremamente grandes, antes de se reformarem sob a forma de anas
brancas. Tambem conhecidas como gigantes vermelhas, estas estrelas
ancias mostram variacoes periodicas muito intensas da sua luminosidade
em escalas de tempo que vao ate' quase dois anos. "Pensa-se que tais
variacoes sao causadas pelo que chamamos 'pulsacoes estelares'," diz
Nicholls. "Grosso modo, a estrela gigante incha e encolhe, tornando-se
mais e menos brilhante segundo um padrao regular. Contudo, um terco
destas estrelas mostra uma variacao periodica adicional inexplicavel, em
escalas de tempo muito maiores - ate' quase cinco anos". No intuito de
descobrirem a origem desta segunda caracteristica, os astronomos
monitoraram 58 estrelas na nossa vizinha galactica, a Grande Nuvem de
Magalhaes, durante um periodo de dois anos e meio. Adquiriram espectros
usando o espectrografo de alta resolucao FLAMES/GIRAFFE montado no VLT e
os combinaram com imagens obtidas por outros telescopios, conseguindo
assim juntar uma coletanea impressionante das propriedades destas
estrelas variaveis. Conjuntos de dados excepcionais como aquele obtido
por Nicholls e seus colegas, oferecem muitas vezes maneiras de resolver
quebra-cabecas cosmicos, uma vez que diminuem a pletora de explicacoes
possiveis propostas pelos teoricos. Neste caso, no entanto, as
observacoes sao incompativeis com todos os modelos anteriormente
concebidos e abrem, uma vez mais, um assunto que foi ja' longamente
debatido. Gracas a este estudo os astronomos apercebem-se agora da sua
propria "ignorancia" - um motor genuino do processo de procura de
conhecimento, tal como se diz ter sido ensinado pelo filosofo grego
Socrates. "Os dados recentemente recolhidos mostram que as pulsacoes sao
uma explicacao extremamente improvavel para as variacoes adicionais",
diz Peter Wood, lider da equipe. "Outro mecanismo possivel para explicar
a producao de variacoes de luminosidade numa estrela e' ter a propria
estrela a movimentar-se num sistema binario. No entanto, as nossas
observacoes sao tambem claramente incompativeis com esta hipotese". A
equipe descobriu ainda que, o que quer que for que cause estas variacoes
inexplicaveis, o tal fenomeno provoca igualmente nas estrelas gigantes
ejecao de massa, quer em globulos quer sob a forma de um disco em
expansao. "Precisamos de um Sherlock Holmes para resolver este misterio
assaz frustrante", conclui Nicholls. ( Fonte:
http://www.eso.org/public/outreach/press-rel/pr-2009/pr-48-09.html )
Ed: JG
VISTA: NOVO TELESCOPIO PIONEIRO DE RASTREIO COMECA OPERACOES
11/12/2009. Um novo telescopio - VISTA (the Visible and Infrared Survey
Telescope for Astronomy) — comecou a trabalhar no Observatorio Paranal
da Organizacao Observatorio Europeu Austral, ESO, e fez a sua primeira
divulgacao de imagens. O VISTA e' um telescopio de rastreio que trabalha
nos comprimentos de onda do infravermelho e e' o maior telescopio do
mundo dedicado ao mapeamento do ceu. O seu enorme espelho, grande campo
de visao e detectores extremamente sensiveis irao nos oferecer uma visao
completamente nova do ceu meridional. Novas imagens espetaculares da
Nebulosa da Chama, do Centro da nossa Via Lactea e do Aglomerado de
Galaxias de Fornax mostram que o telescopio encontra-se a funcionar
perfeitamente. O VISTA e' o mais recente telescopio colocado no
Observatorio Paranal do ESO no deserto de Atacama, no norte do Chile.
Esta' localizado no pico adjacente ao que alberga o VLT, partilhando
assim das mesmas condicoes excepcionais de observacao. O espelho
principal do VISTA tem um diametro de 4.1 metros e e' o espelho mais
curvo deste tamanho e qualidade alguma vez concebido - os desvios
relativamente a uma superficie perfeita sao menores do que algumas
milesimas da espessura de um cabelo humano - e a sua construcao e
polimento constituiram um enorme desafio. O VISTA foi concebido e
desenvolvido por um consorcio de 18 universidades no Reino Unido
liderado pelo Queen Mary, Universidade de Londres e tornou-se numa
especie de contribuicao para o ESO como parte do acordo de adesao do
Reino Unido a esta Organizacao. A concepcao e construcao do telescopio
foram dirigidas pelo Science and Technology Facilities Council's UK
Astronomy Technology Centre (STFC, UK ATC). A aceitacao provisoria do
VISTA por parte do ESO foi formalmente concedida numa cerimonia, que
teve lugar na sede do ESO, em Garching, Alemanha, no dia 10 de Dezembro
de 2009, onde estiveram presentes representantes do Queen Mary,
Universidade de Londres e do STFC. O telescopio sera', a partir de
agora, operado pelo ESO. "O VISTA e' uma excelente adicao ao
Observatorio do Cerro Paranal do ESO. Desempenhara' um papel pioneiro no
rastreio do ceu meridional, em infravermelho, e vai ter muitos alvos
interessantes que poderao ser posteriormente estudados com o Very Large
Telescope, o ALMA e o futuro European Extremely Large Telescope", diz
Tim de Zeeuw, Diretor Geral do ESO. No coracao do VISTA encontra-se uma
camera de 3 toneladas que contem 16 detectores especiais sensiveis 'a
radiacao infravermelha, com um total combinado de 67 milhoes de pixels.
Observar a comprimentos de onda maiores dos que os visiveis ao olho
humano, permite ao VISTA estudar objetos que sao, doutro modo,
impossiveis de observar porque, ou sao muito frios, obscurecidos por
nuvens de poeira ou estao tao longe de nos que a radiacao que emitem foi
esticada para alem do limite visivel, devido 'a expansao do Universo.
Para se conseguir detectar a fraca radiacao infravermelha que vem do
espaco, a camera tem que ser esfriada ate' -200º Celsius e esta' selada
com a maior janela transparente ao infravermelho, ja' construida. A
camera VISTA foi concebida e construida por um consorcio que inclui o
Rutherford Appleton Laboratory, o UK ATC e a Universidade de Durham, no
Reino Unido. Uma vez que o VISTA e' um grande telescopio que tem tambem
um grande campo de visao, e' capaz de, simultaneamente, detectar fontes
fracas e cobrir grandes areas do ceu rapidamente. Em cada imagem, o
VISTA captura uma parte do ceu correspondente a quase dez vezes a area
da Lua Cheia, e sera' capaz de detectar e catalogar objetos em todo o
ceu austral com uma precisao quarenta vezes melhor do que a conseguida
em anteriores relevamentos do ceu no infravermelho, como o muito bem
sucedido Two Micron All-Sky Survey. Este salto em poder de observacao -
comparavel ao salto em resolucao do olho nu para o primeiro telescopio
de Galileu - revelara' enormes quantidades de novos objetos e permitira'
a criacao de inventarios muito mais completos de objetos raros e
exoticos do ceu meridional. "Estamos muito contentes por termos podido
oferecer 'a comunidade astronomica o telescopio VISTA. A qualidade
excepcional dos dados cientificos e' um tributo a todos os cientistas e
engenheiros que estiveram envolvidos neste projeto excitante e cheio de
desafios", acrescenta Ian Robson, Diretor do UK ATC. A primeira imagem
divulgada mostra a Nebulosa da Chama (NGC 2024), uma espetacular nuvem
de gas e poeira onde se estao se formando estrelas, na familiar
constelacao de Orion e suas redondezas. Na radiacao visivel o nucleo
deste objeto encontra-se oculto por tras de espessas nuvens de poeira,
mas a imagem do VISTA, obtida no infravermelho, consegue penetrar as
trevas e revelar o aglomerado de estrelas quentes jovens que se encontra
no seu interior. O grande campo de visao da camera VISTA consegue
capturar simultaneamente o brilho de NGC 2023 e a forma fantasmagorica
da famosa Nebulosa da Cabeca de Cavalo. O VISTA passara' a maior parte
do seu tempo fazendo o mapeio do ceu meridional de forma sistematica. O
telescopio esta' comecando seis relevamentos principais do ceu, cada
qual com objetivos cientificos diferentes, e que serao executados nos
primeiros cinco anos. Um dos relevamentos ira' cobrir todo o ceu austral
enquanto os restantes se concentrarao em regioes menores, a serem
estudadas em maior detalhe. Os relevamentos do VISTA irao nos ajudar a
compreender a natureza, distribuicao e origem dos tipos conhecidos de
estrelas e galaxias, mapearao a estrutura a tres dimensoes da nossa
Galaxia e das vizinhas Nuvens de Magalhaes, e ajudarao a determinar a
relacao entre a estrutura do Universo e as misteriosas energia e materia
escura. O enorme volume de dados - tipicamente 300 gigabytes por noite,
isto e', mais de 100 terabytes por ano - sera' armazenado no arquivo
digital do ESO e sera' processado em imagens e catalogos nos centros de
dados do Reino Unido, nas Universidades de Cambridge e Edimburgo. Todos
os dados serao publicos e estarao disponiveis para os astronomos do
mundo inteiro. ( Fonte:
http://www.eso.org/public/outreach/press-rel/pr-2009/pr-49-09.html )
Ed: JG
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EVENTOS
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25/06/2009 a 10/12/2009 - Sorteio PASI / CEAMIG de Astronomia: Como e'
do conhecimento da grande maioria dos amigos(as), 2009 e' o Ano
Internacional da Astronomia. o CEAMIG (centro de Estudos Astronomicos de
Minas Gerais) e o PASI - Plano de Amparo Social Imediato, parceiros
nesta iniciativa, estao promovendo o sorteio dos seguintes premios: 1º
Lugar – TV de Plasma 42 polegadas; 2º Lugar – Telescopio de 140 mm de
abertura fabricado pello grupo de ATM´s do CEAMIG; 3º Lugar – Binoculo 7
x 50. As inscricoes serao validas ate' o dia 12 de novembro de 2009,
sendo a data do sorteio agendada para o dia 10 de dezembro de 2009 e o
resultado do concurso sera' publicado no site do Hotsite Astronomia -
PASI x CEAMIG – www.pasi.com.br/astronoomia2009 dia 15 de dezembro de
2009. ( Fonte: CEAMIG )
Ed: CE
13/10/2009 a 30/03/2010 - Astronomia na Biblioteca da Floresta: Como
parte das atividades do Ano Internacional da Astronomia 2009, e
celebrando os 40 anos da conquista da Lua, a Biblioteca da Floresta
realiza a exposicao "Paisagens Cosmicas", em parceria com o Grupo de
Astronomos do Acre, GAMA HIDRA, e com o apoio da Secretaria de Estado de
Educacao do Acre (SEE). A exposicao, conta com as seguintes atracoes: *
vinte paineis fotograficos de objetos celestiais, captados por lentes de
potentes telescopios e sondas espaciais que exploram o espaco, a mostra
convida o publico a um passeio pelo universo de beleza impar; * um
painel representativo do projeto arquitetonico do Centro Didatico de
Astronomia e Ciencias Afins do Acre, que contempla 'a implantacao de um
planetario e um observatorio astronomico; * maquete em comemoracao aos
40 anos do primeiro pouso lunar tripulado; * exposicao de telescopios; *
mobile do sistema solar; * esquemas no teto do salao principal com as 12
antigas constelacoes zodiacais. A exposicao se estendera' ate' marco de
2010 e esta' aberta ao publico todos os dias nos seguintes horarios:
Segunda a sexta-feira: das 8 'as 21 horas; Sabado: das 14 'as 20 horas;
Domingo e feriados: das 16 'as 20 horas. Mais informacoes no site:
http://www.bibliotecadafloresta.ac.gov.br/ ( Fonte: Francisco Carlos da
Rocha Gomes )
Ed: CE
19/11/2009 a 31/12/2009 - Exposicao sobre a Historia da Astronomia:
Para fechar os eventos comemorativos do Ano Internacional da Astronomia,
a Prefeitura do Rio, a Secretaria Municipal de Cultura e a Fundacao
Planetario, em parceria com o Ministerio da Ciencia e Tecnologia (MCT),
vao inaugurar, no dia 19 de novembro, 'as 10 horas, a exposicao "Numero
e Cores: Uma Historia da Astronomia", que conta a historia da ciencia
astronomica atraves de registros de imagens feitas desde os seus
primordios ate' os tempos atuais. Tambem serao expostos paineis sobre os
400 anos das primeiras observacoes telescopicas realizadas por Galileu
Galilei e os 40 anos da chegada do homem 'a Lua. Ao todo, serao 15
paineis com 116 fotografias, 34 ilustracoes e 4 maquetes distribuidos em
dois andares do Museu do Universo - mezanino e segundo andar - no
Planetario da Gavea e mostrarao ao publico os primeiros desenhos e
pinturas feitas para ilustrar o espaco, a introducao da fotografia na
Astronomia e imagens geradas por sondas espaciais do espaco e dos
planetas, como tambem as imagens feitas pelo telescopio espacial Hubble.
"Por se tratar de imagens feitas de maneiras distintas, como a pintura e
a fotografia, o publico tera' a oportunidade de conhecer diferentes
meios de ver o mesmo objeto espacial" afirma o astronomo da Fundacao
Planetario Domingos Bulgarelli, curador da exposicao. O Planetario da
Gavea fica na Rua Vice-Governador Rubens Berardo, 100. Gavea.
Informacoes pelo telefone: 21- 2274-0046.Siga o Planetario tambem pelo
twitter: www.twitter.com/planetariodorio Abertura: 19 de novembro, 10
horas. Horario: De terca a sexta-feira, das 9h 'as 17h. Sabado, domingo
e feriado, das 15h 'as 18h Preco: Inteira R$ 6 Meia R$ 3 A meia-entrada
e' valida para maiores de 60 anos; menores de 21 anos; professores e
especialistas de educacao do municipio do Rio de Janeiro; estudantes;
deficientes fisicos. Promocao: Aos sabados, domingos e feriados, todos
os visitantes pagarao meia-entrada. ( Fonte: Planetario do Rio )
Ed: CE
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Supernovas - Boletim Brasileiro de Astronomia, e' uma publicacao
semanal em forma de boletim eletronico, via e-mail, estruturado em
diferentes Editorias e elaborado pela comunidade astronomica
profissional e amadora brasileira com o objetivo de ampliar a divulgacao
de informacoes sobre a Astronomia no Brasil e no mundo. Semanalmente,
ele e' enviado a aproximadamente 10000 interessados.
Informacoes gerais sobre Astronomia e Ciencias afins podem ser
encontradas no site do Boletim na Internet, no endereco:
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Para receber semanalmente o Boletim, envie um e-mail para
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assina-lo envie um e-mail para
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nenhuma informacao no corpo desses e-mails.
Devido a limitacoes de diversos provedores de e-mails, a acentuacao
grafica das edicoes sao omitidas.
Informacoes, sugestoes e criticas podem ser encaminhadas aos
editores, abaixo relacionados:
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